Glúten, muito além de desconfortos intestinais

Glúten, muito além de desconfortos intestinais

Oi pessoal, hoje venho tratar de mais alguns assuntos que estão sendo questionados atualmente e muito tem chamado minha atenção (são tantos, vou tentar falar só de um hoje pra ninguém ficar confuso, afinal, hoje em dia a nutrição e medicina mudam tão constantemente, que a cada minuto algo que era verdadeiro deixa de o ser perante os novos estudos), então o tema que escolhi falar é GLÚTEN (não, NUNCA É DEMAIS DAR A ÊNFASE NECESSÁRIA NESSE ASSUNTO).

Lendo um livro que estou adorando, “A dieta da mente” autor: Dr. David Perlmutter, resolvi tratar dele (glúten), mas de uma forma diferente, mais profunda.

Que o glúten faz mal, todo mundo está careca de saber (apesar que ouço constantemente: “Eu sei, mas viver sem o glúten é tão difícil né?”, ou “sem glúten não vai ser tão gostoso”.

Bom, o que quero falar aqui é (acredito que será), uma surpresa é um bommmmm motivo pra alguns (espero que eu atinja a todos que lerem) a pararem de consumi-lo, ou ao menos evitá-lo cotidianamente.

No título do livro, já se subentende, que algo afetará a “mente”= cérebro, e ele diz (com diversos estudos provados), que esse vilãozinho da “moda”, afeta as pessoas de uma maneira muito além de meramente gastrointestinal. Não é apenas a disbiose, alergias, intolerâncias e etc a serem considerados. O autor diz (e cita com fontes bibliográficas), que o glúten afeta DIRETAMENTE nosso cérebro, em doenças neurológicas, memória, inteligência, epilepsia, dores de cabeça, depressão, tda…

Ele é “inflamatório” num âmbito muito maior do que o que todos conhecem.

Todos nós estamos sujeitos e sofreremos a “oxidação” que pode atacar tanto externamente, causando rugas, envelhecimento, como também internamente, endurecendo vasos sanguíneos, erodindo parede intestinal… Destroçando tecidos e órgãos. Pra que então acelerá-la com uma dieta tóxica?

Hoje muito se fala em “baixar colesterol” (que, aliás, será tema de outro artigo), quando na verdade, a preocupação deveria ser: baixar o açúcar (carboidrato), este que provém de: frutas (simmmmmmm, frutas = frutose, vulgo açúcar), pães (GLÚTEN),  massas(GLÚTEN), industrializados, embutidos (estes dois últimos por conta de N fatores além do GLÚTEN,  “açúcar”.)

Açúcar e glúten= combinação bombástica pro nosso sistema GERAL.

Ao conversar com as pessoas, (que comem glúten e afins diariamente) e pergunto se elas não sentem nenhum desconforto e a resposta é negativa, fico surpresa. Mas mais de uma vez, ao conversar mais e “fugindo” do assunto glúten (que muitos morrem de medo de abandonar), descubro que esse indivíduo sofre de dores nas articulações, enxaquecas intratáveis, cansaço, desânimo, falta de memória, então nesse momento faço questão de elucidar: Ah! “Eureka” (brincadeira, não falo isso), você me disse que não tinha sintomas… Todos esses são sintomas/sinais do nosso corpo do problema que o glúten pode causar e que transparecem, porém as pessoas se negam a aceitar.

Dr David Perlmutter cita diversos casos de pacientes com problemas neuromotores, ou de enxaquecas (não vou falar todos, apenas exemplos), que após alguns meses (sim, não é dum dia pro outro que seu corpo “desinflama”) numa dieta sem glúten, apresentaram, se não a cura, melhora considerável no quadro, mais que qualquer outro remédio conseguiria.

Então, minha sugestão para hoje é: pare, faça uma auto análise, que com certeza, você achará bons motivos e sinais de seu corpo para largar o glúten (se os estudos por si só não o fizerem). E também sempre digo: pesquise GOOGLE IT, a internet é rica em informações, dentre as quais: receitas deliciosas sem glúten, substitutos ideais para o glúten, etc.

É uma questão de costume, uma vez que você notar os benefícios pensará duas, três vezes antes de comer aquele “pãozinho”.

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Vitória Coimbra

Apaixonada por alimentação saudável, animais, curiosa, louca por panelas e ingredientes inusitados.

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